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Não levo a vida a sério,
invento casos de amor,
por onde passo, um mistério,
pra quem não tem provas concretas,
inventa moda incerta,
eu vou surtar, eu pular do último andar…

Decidi largar o curso, sem demora ou descurso, vou começar o que deveria, antes, e você não ria.
Também vou mudar de lugar, esse me desconforta, me deixa morta.

Nunca acreditou…

Sempre foi real o que eu te falei,
eu nunca menti ou inventei,
você acreditou sempre no que quis,
e nós arriscamos tudo, e foi por um tris…
Eu nunca gostei da sua pessoa física,
eu me apaixonei por um ser que eu criei,
você não era real, mas tuas palavras e idéias sempre foram reais.
Não posso te ver mais.

E todo meu esforço?!

Menti por você,
Trai por você,
Derrubei por você,
Xinguei por você,
Fiz graça por você,
Dancei por você,
Perdi por você,
Fingi por você,
Enganei por você… E tudo por você…

E todo esse meu esforço? E toda essa farça?
Eu sou realmente sua amiga?

“… Aprendi que o nosso único amigo é aquele que habita nos céus e na terra,
Aprendi que até mesmo os amigos imaginários podem trair seus amigos.”

não é o caso do Charlie, mas é o de outros…

O teu jardim…

 

 

Quando triste estou,
procuro teu jardim secreto,
só eu sei o caminho,
vou andar sozinho,
vou caminhar sem estrada,
e espero nunca se perder,
pois sem teu caminho eu não saberei viver sozinho.
Eu vou voar pra te encontrar,
nas nuvens vou brincar,
na Lua vou descansar,
eu não quero mais voltar!

 

Ahh, fulana acha que só porque tem cabelo roxo e toca piano é a toda poderosa! Acha que faz sucesso com aquele cabelo roxo e rídiculo, que mais me parece aqueles rémedios de sarna pra cachorro!
Pagando uma de gótica, sai todas as segundas-feiras, com aquele cabelinho horrendo e toda de preto… Óculos de sol… Óculos de sol? Meu bem, quem foi que te disse que óculos de sol dentro de casa é um bom négocio? Poderia ter atravessado a porta de vidro!

Ninguém te suporta, acredite! 

tô com sono.

“aquele seu olhar…
o que guarda a tanto tempo e não me diz!?
eu vou atravessar o mar, de ponta a ponta,
em um barquinho de papel,
esse meu tempo solúvel, meu tempo de papel.”

Estou com muito sono e não consigo dormir… E fico sem fazer nadaaa!

Não entendo porque as coisas mudam quando eu me acostumo! Não preciso de um sustento pra continuar, porque agora se antes não existia?
Eu não sei, mas não quero viciar-me outra vez… Se é vício, liberte-se. Se for vício, que eu me liberte.

Afinal, depois que se vícia não tem como párar, e se não tem como párar não tem como sobreviver sem a droga gordurosa-nojenta.

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